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Artista de muitas sonoridades, Elizabeth Woolley, de ascendência inglesa e alemã, bebe na fonte das notas musicais, desde a sua infância, ao ouvir as notas graves do contrabaixo de seu pai, Pete Woolley.

Sua casa era freqüentada por muitos artistas e familiares. Seu pai sempre convidava Elizabeth para cantar standards de jazz e bossa nova durante as audições para os amigos. Aos 14 anos deu os primeiros passos pela música erudita através dos estudos da flauta transversal com João Carlos Carrasqueira, mas já fazia do instrumento uma voz e apresentava em diversos corais paulistanos.

O caminho de Elizabeth Woolley estava pautado não apenas pelo erudito! Ao acompanhar Pete, alimentou-se de jazz, música instrumental brasileira, bossa nova, fazendo brotar sua sonoridade através da música popular, que podia compartilhar com muitos ouvidos e, dividir com muitas pessoas.

Aprimorou a voz com professoras do naipe de Anita Dexler, Sira Milani, Jane Duboc. Exercitou a musicalidade nos palcos da noite – como o Bar Brahma, por exemplo - em parcerias com Jarbas Barbosa, Djalma Lima, o sempre presente Mané Silveira, e seu pai Peter Woolley.

Ao lançar seu primeiro CD, "Guzzi", em 2004, com composições da cantora e de seu pai, Pete Woolley e dos importantes compositores – Tom Jobim, Dori Caymmi e Cole Porter. O trabalho teve a participação dos músicos: Tiago Costa (piano), Sílvio Mazzuca Jr (baixo vertical), Ricardo Matsuda (violão), Sérgio Reze (bateria e gongos) e Mané Silveira ( saxofones e flautas e direção musical).

Durante o show do lançamento, o Teatro do SESC Pompeia encontrava-se lotado. “Guzzi” é um trabalho com uma ótima aceitação do público. O repertório foi apresentado durante a Feira Literária Internacional de Paraty (FLIP), Festival de Inverno de Campos de Jordão, unidades da rede SESC e outros espaços culturais.

“Grande revelação na vertente mais sofisticada da música brasileira.”

Hugo Sukman – O Globo – 04/05/2004

Em 2005, Elizabeth conhece o poeta Atair Santos e iniciou-se a musicalização de suas poesias. Quatro anos depois, inicia-se os trabalhos para a gravação de “Infindável” seu segundo CD, apenas com composições da cantora e de Santos, lançado em maio de 2010, com a participação de Sérgio Carvalho (contrabaixo), Márcio Arantes (contrabaixo), Webster Santos (violão e guitarra), Pedro Simão (violão e direção musical), Tiago Costa (piano e direção musical), Guilherme Ribeiro (piano e teclado), Walmir Gil (trompete), Cuca Teixeira (bateria), Crysthian Galante (percussão), Lino Simão (saxofones) e as participações de João Signorelli, Renata Miranda, DJ Rick Dub e Tina Wolley.

As músicas de “Infindável” são tocadas nas rádios de várias praças do Brasil e teve uma excelente aceitação da critica musical brasileira. Lançado em 2010, na casa de shows Tom Jazz, em São Paulo, a cantora apresentou o repertório de seu segundo trabalho nas cidades do Estado de Santa Catarina: Lages e Criciuma; Botucatu, no Estado de São Paulo ; e Paraty, no interior fluminense.

“Não se confunda com o nome estrangeiro: a compositora, cantora e instrumentista Elizabeth Woolley é paulistana. Ela assina as 11 músicas de seu segundo disco, ora sozinha, ora em parceria com o letrista Atair Santos. Sob influência jazzística e pop, as canções apresentam boas letras e ritmos surpreendentes”

Redação – Revista Almanaque Brasil/maio 2010

Simultaneamente ao Infindável, Elizabeth trabalhava na produção de "Urubububu", um musical infantil, com composições da própria cantora com história narrada para o público infantil. Lançado em 2010 tem a produção da cantora em conjunto com Mané Silveira e Tiago Costa e conta com a participação de importantes atores, cantores e gente muito talentosa do universo musical. A inquieta artista está em busca de conquistar novos horizontes e o próximo passo será levar o musical as escolas.

"Urubububu" é um projeto a longo prazo. Logo, já vem sendo desenhado pela cantora e pelos seus gestores para conquistar novas fronteiras.

“A história foca no assunto da tolerância com diferenças, passando pos sustentabilidade, educação ecológica e solidariedade. A fábula moderna educa e diverte. Cantora de formação erudita e apaixonada por jazz, Elizabeth se sai bem na brincadeira de chegar no mundo das crianças para cantar a história.”

Beto Feitosa – Zirigidum.com.br – 11/10/2010